Recursos financeiros para sua empresa através de Operações Estruturadas

  1. CRI –  CERTIFICADOS DE RECEBIVEIS IMOBILIÁRIOS

DEFINIÇÃO: O Certificado de Recebíveis Imobiliários (“CRI” ou “CRIs”) é um título de crédito nominativo, de livre negociação, lastreado por créditos imobiliários, e constitui promessa de pagamento em dinheiro, sendo de emissão exclusiva de companhias securitizadoras. Os CRIs são lastreados em direitos creditórios originários de negócios realizados por cias imobiliárias, tais como: cessão fiduciária de direitos creditórios decorrentes de contratos de alienação de imóveis, caução de direitos creditórios ou aquisitivos decorrentes de contratos de venda ou promessa de venda de imóveis, dentre outros.  

CONDIÇÕES PARA ESTRUTURAR A OPERAÇÃO  

  1. Recebíveis Performados ou a performar, oriundos de imóveis residenciais, comerciais, locações e loteamentos.

Alguns exemplos de recebíveis:

  • Contratos de locações de imóveis;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Lotes;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Imóveis Residenciais;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Imóveis Comerciais;
  1. O loteamento/imóvel não poderá ser popular;
  2. Projetos MCMV não serão aprovados;
  3. Exigência de obras realizadas mínimas de 30%;
  4. Operação mínima R$ 10 MM;
  5. Prazo máximo 120 meses;
  6. Alienação Fiduciária dos imóveis das carteiras de recebíveis;
  7. Empresa terá que ter expertise no segmento;
  8. Poderá ser exigida garantia real complementar.
  1. DEBÊNTURES

DEFINIÇÃO: São valores mobiliários (títulos de créditos) representativos de dívidas (empréstimos) de médio e longo prazos que a companhia faz junto a terceiros e que asseguram a seus detentores (debenturistas) direito de crédito contra a companhia emissora, nas condições constantes da escritura de emissão. A captação de recursos no mercado de capitais, via emissão de debêntures, pode ser feita por Sociedade por Ações (S.A.), de capital fechado ou aberto. Entretanto, somente as companhias abertas, com registro na CVM – Comissão de Valores Mobiliários, podem efetuar emissões públicas de debêntures.  

CONDIÇÕES PARA ESTRUTURAR A OPERAÇÃO

  1. Recebíveis Performados ou a performar oriundos das vendas da empresa.

Alguns exemplos de recebíveis:

  • Contratos de locações de imóveis;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Lotes;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Imóveis Residenciais;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Imóveis Comerciais;
  • Contratos de prestações de serviços;
  • Contratos de vendas de mercadorias/produtos industrializados;

· Contratos de locações de imóveis/máquinas e equipamentos;

  • Dentre outros.
  1. Faturamento mínimo da empresa R$ 100 MM/ano;
  2. Operação mínima R$ 10 MM;
  3. Prazo máximo 6 anos;
  4. Empresa tem que gerar lucro, demonstrando capacidade de pagamento;
  5. Garantia real urbana (não pode ser a fábrica ou operacional) exigida.
  1. OPERAÇÕES PARA CAPITAL DE GIRO

  3.1 FIDIC – FUNDO DE INVESTIMENTOS EM DIREITOS CREDITÓRIOS DEFINIÇÃO: Também conhecido como fundo de recebíveis, o FIDC adquire os direitos creditórios que vêm dos créditos que uma empresa tem a receber, como duplicatas, cheques, contratos de aluguel e outros. O direito de recebimento desses créditos é negociável, quer dizer, a empresa o cede a terceiros e isso é feito por meio de um FIDC.    

CONDIÇÕES PARA ESTRUTURAR A OPERAÇÃO  

  1. Os recebíveis deverão ser performados ou a perfomar, mas baseados em contratos existentes, e deverão cobrir o prazo da operação;

Alguns exemplos de recebíveis:

  • Contratos de prestações de serviços;
  • Contratos de vendas de mercadorias/produtos industrializados;
  • Contratos de locações de imóveis/máquinas e equipamentos;
  • Contratos/Promessas de Compra e Venda de Imóveis.
  1. Operação mínima de R$ 1 MM;
  2. Prazo máximo 48 meses;
  3. Empresa terá que ter expertise no segmento;
  4. Poderá ser exigida garantia real, que deverá estar devidamente legalizada e com as licenças em dia, inclusive dos órgãos ambientais;
  5. Os contratos com os clientes não deverão proibir “travas” de domicílios e nem a cessão dos recebíveis;
  6. A empresa deverá ter expertise comprovada no segmento;
  7. A empresa deverá faturar, no mínimo, R$ 40 MM/ano;
  8. A aprovação da operação pelo comitê de crédito é condicional para o avanço da operação.

3.2   OPERAÇÕES PARA CAPITAL DE GIRO COM GARANTIA IMOBILIÁRIA DEFINIÇÃO: Operação para que a Empresa capte recursos a taxas e prazos vantajosos, por meio da garantia de apartamentos em estoques, sedes de empresas e até imóveis em nome dos sócios.

CONDIÇÕES PARA ESTRUTURAR A OPERAÇÃO

  1. Prazo máximo 84 meses (para construtoras o prazo máximo é de 48 meses);
  2. Garantia real urbana de no mínimo 2 X o valor da operação (não pode ser a fábrica ou operacional).
  3. Empresa terá que ter expertise no segmento de atuação e comprovar capacidade de pagamento;
  4. Operação máxima de R$ 5 MM;

3.3   OPERAÇÕES PARA CAPITAL DE GIRO COM VENDA DE CARTEIRAS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS DEFINIÇÃO: Operação para que as construtoras e incorporadoras recebam à vista o valor presente dos financiamentos em aberto nas carteiras.  

CONDIÇÕES PARA ESTRUTURAR A OPERAÇÃO

  1. Operação pelo Prazo da carteira, somente para imóveis já entregues e com habite-se;
  2. Situação cadastral regular;
  3. O empreendimento deve estar localizado em área urbana;
  4. Incorporação registrada no Registro de Imóveis para contratação;
  5. Projeto de arquitetura aprovado e Alvará expedido pelo Município;
  6. Licenças ambientais aplicáveis e declaração de viabilidade das concessionárias de água, esgoto e energia elétrica;
  7. Habite-se.
  1. FINANCIAMENTO À PRODUÇÃO

DEFINIÇÃO: Linha de crédito imobiliário contratada diretamente com a construtora para viabilizar a construção do empreendimento.   REGRAS DE ENQUADRAMENTO

  1. LTV (Fcto X VGV) Máximo de 65%;
  2. LTC (Fcto X Custo de Construção) Máximo de 70%;
  3. TKT por Operação – Mínimo R$ 2 MM e Máximo R$ 15 MM;
  1. Garantias:

i.      Hipoteca das Unidades vendidas e a vender num total equivalente a 200% do valor financiado; ii.      Cessão dos Recebíveis; iii.      Nota Promissória; d) Cessão de Cotas da SPE (se necessário); e) Fiança dos sócios (se necessário).

  1. Fluxo Financeiro:

i.      Obras 15%; ii.      Vendas 40%; iii.      Liberação de recursos conforme evolução de obras mensal;

  1. Custos da Operação:

i.      TEO 4% a 6% do valor do financiamento; ii.      Encargos – Juros entre 17% e 18% a.a + TR; ou CDI + Juros entre 3,5% e 5% a.a iii.      EVT – Estudo de viabilidade Técnica – Cotar preço; iv.      Medição de obra mensal – Cotar preço.

  1. Prazo máximo 48 meses;
  2. Projetos MCMV não serão aprovados;
  3. Empresa terá que ter expertise no segmento;
  4. Empreendimento tem que ser Residencial;
  5. Situação cadastral regular;
  6. O empreendimento deve estar localizado em área urbana;
  7. Incorporação registrada no Registro de Imóveis para contratação;
  8. Projeto de arquitetura aprovado e Alvará expedido pelo Município (para análise de obra em andamento);
  9. Licenças ambientais aplicáveis e declaração de viabilidade das concessionárias de água, esgoto e energia elétrica (para análise de obra em andamento);
  10. Existência de infraestrutura interna e externa ao empreendimento;
  11. Habite-se (para obra concluída).

FUNDO COM  OPÇÃO MAIS AMPLA

  1. Financia toda a obra desde o início;
  2. Financia a compra do terreno.
  3. Operação sem limite de valor máximo;
  4. Projetos MCMV não serão aprovados;
  5. Empresa terá que ter expertise no segmento;
  6. Empreendimento Residencial/Comercial;
  7. Empreendimento tem que estar próximo dos centros urbanos;
  8. Empresa tem que ter faturamento mínimo de R$ 100 MM/ano.
  1. DESLIGAMENTO/REPASSE

DEFINIÇÃO: Produto destinado às construtoras e incorporadoras que possuem carteiras de repasse em fase de desligamento bancário.   REGRAS DE ENQUADRAMENTO

  1. Pessoas Físicas ou Jurídicas que desejam financiar o saldo pós-chaves;
  2. Imóveis Residenciais ou Comerciais;
  3. Todo trabalho de desligamento é feito pelo banco;
  4. Imóveis já com habite-se.

CONTATO – Alcyr Barbosa – fone 81-98649-0815 – 81-3467-2701
 Breno Santana – fone 81-98802-6284

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